Esboço/rafe desde o início

Nesse vídeo, eu mostro um esboço, desde o início. Eu usei lápis F para iniciar, pois queria algo mais suave. Geralmente, eu uso o lápis 3H, mas achei que não iria aparecer na câmera.

Depois, usei um lápis 2B para fazer os detalhes e deixar as linhas mais visíveis. Após filmar o esboço, decidi adicionar mais um personagem à cena, mas como não filmei, só coloquei a foto no final.

Esse esboço faz parte do livro que estou ilustrando agora e que será publicado, provavelmente, no ano que vem.

CURSO DE ILUSTRAÇÃO DE LIVROS INFANTIS – Método INGRID

Nos meus cursos de ilustração, eu ensino desde como desenhar, tanto personagens como cenários, técnicas com lápis de cor, aquarela, tinta acrílica, composição e enquadramento, narrativa visual, portfólio, como definir seu estilo, gestão do livro ilustrado (storyboard, boneca do livro, thumbnails, etc), mercado editorial, como eu consigo clientes, como monetizar suas ilustrações, etc.. Você pode assistir no seu ritmo. As aulas são online, todas já gravadas, e você assiste no seu tempo e onde desejar. Ao se inscrever, o acesso é imediato e você recebe o login em seu email.

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Lápis de cor – Como dar uma aparência PROFISSIONAL na sua técnica

Nos livros coletivos de alunos, eu notei que sempre havia ilustrações em lápis de cor, e fiz alguns comentários para os alunos, no particular.

Mas agora queria compartilhar esse vídeo que fiz, para mostrar como fazer e como não fazer, para que o trabalho com lápis de cor fique com uma aparência mais profissional.

Além das dicas que tem aqui, também tem várias aulas sobre lápis de cor no curso, com outras dicas e orientações.

Eu recebo muitas ilustrações para analisar, e algo que sempre noto é que o uso do lápis de cor poderia ser mais suave e mais homogêneo. Nesse vídeo, vou mostrar como eu uso o lápis de cor, dando algumas dicas.

No meu curso de ilustração, eu ensino outras técnicas com lápis de cor, aquarela, tinta acrílica, e você pode assistir no seu ritmo. As aulas são online, todas já gravadas, e você assiste no seu tempo e onde desejar.

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Uma ilustrada semana!

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Talento para desenhar: isso existe mesmo?

Essa questão aparece com frequência nas mensagens que recebo. Muita gente, antes mesmo de tentar aprender, já desanima achando que “não nasceu com o dom”. Outros escrevem nos comentários: para ser ilustrador, só é preciso talento.

Eu confesso: eu não acredito nisso. E sabe por quê?

Porque eu não desenhava bem, nem demonstrava nenhuma habilidade especial. É só olhar meus desenhos da infância ou até da adolescência…

Ao longo dos anos, convivendo com centenas de alunos e colegas ilustradores, percebi uma coisa: o que muitas pessoas chamam de talento, na verdade, tem muito mais a ver com interesse, prática e consistência do que com algo que “se tem ou não se tem”.

O que é talento, afinal?

Talento costuma ser entendido como uma facilidade natural ou até mesmo uma aptidão para aprender ou fazer algo. De fato, há pessoas que têm mais facilidade com coordenação motora, percepção espacial, ou que desde pequenas observam o mundo com mais atenção. Mas, sem desenvolver essa aptidão, não há aprimoramento.

Eu também já fui professora de educação infantil, e estudando sobre o desenho da criança, praticamente 100% deles desenham do mesmo jeito e passam pelos mesmos estágios do desenho. 

Há vários livros que falam sobre isso, entre eles, O Desenho Infantil, de Georges Henri Luquet, um clássico na área. No livro, Georges fala que toda criança passa por fases previsíveis no desenho. Ora, se é assim, onde estão as crianças que já ‘nascem desenhando’?

E não é só nesse livro. Tem muitos outros estudos que dizem que todas as crianças, independentemente de cultura ou educação, passam por essas fases em uma ordem semelhante. Não é incrível?

Mas então, como explicar o fato de que alguns desenham melhor que outros?

Na minha opinão, a diferença é o interesse, a prática constante e o desejo de melhorar a cada dia. Quem gosta de desenhar quer vencer o desafio de fazer algo melhor a cada dia.

Note que, quem desenha ou tem interesse, está sempre observando como foi feito um desenho. Veja nos museus: as pessoas chegam mais perto para tentar entender como o artista fez alguma coisa que gerou interesse.

Isso acontece comigo também. Quando eu vejo algo novo, já penso em como incorporar isso no meu trabalho. Um novo jeito de fazer uma sombra, uma nova paleta de cores… E nem sempre é fácil. Mas assim como acontece comigo, vejo que acontece com muitos artistas: sempre estão querendo fazer algo diferente que melhore o seu desenho. É divertido – e ao mesmo tempo frustrante – tentar fazer algo novo artisticamente. Vivemos num mundo onde um inspira o outro.

De fato, até meus alunos me contam que, depois que começaram o meu curso, ficam olhando as formas, cores e texturas de tudo.

Começar a desenhar muda o olhar, e faz com que a gente tenha mais interesse. E isso, consequentemente, aliado ao interesse em se aprimorar, faz com que uma pessoa se desenvolva.

E não é só no desenho: isso acontece na música e nos esportes também.

No filme, Um sonho possível, com a Sandra Bullock, ela acolhe um menino que nunca jogou futebol americano e já é um adolescente de 16 anos. Ele não ‘nasceu com a bola no pé’, nem teve contato com o esporte na infância. Mas a família vê que ele tem o tipo físico para uma certa posição no futebol e eles o fazem treinar o esporte.

O filme mostra que ele não sabia nada de futebol americano, mas eles não deixam ele desistir. E ele treina tanto que fica bom no que faz e até inicia sua carreira profissional na NFL – Liga Nacional de Futebol Americano.

Dizem que até Elvis Presley foi rejeitado como cantor. Segundo o site Vida e Memória, que fala sobre a vida de várias celebridades, antes da fama, Elvis tentou entrar em uma banda profissional e foi rejeitado. O líder da banda disse que “era melhor continuar dirigindo caminhões, porque nunca conseguiria ser cantor”. Mesmo assim, Elvis não desistiu e se tornou um sucesso.

Desenho se aprende

Portanto, eu acredito que desenhar é uma habilidade técnica que pode ser aprendida. O olhar pode ser treinado. A mão pode ser educada. A criatividade pode ser estimulada. É como aprender a tocar um instrumento ou falar uma nova língua: leva tempo, exige esforço, mas é totalmente possível.

Sabe o que conta de verdade? O quanto uma pessoa ama o desenho. Porque se amamos uma coisa, a gente acha tempo para se dedicar a ela. E nem precisa ser muito tempo no dia. Só um pouco, durante a semana, já faz milagres.

Quem desenha bem hoje, na maioria dos casos, já desenhou muito mal antes. A diferença está em quem não desistiu no começo, praticou mesmo sem ver grandes avanços, e manteve o amor pelo processo. Ou seja, não é uma questão de talento, é uma questão de caminho percorrido.

Eu já assisti aulas de desenho em que o professor disse: todo mundo que desenha bem, desenha mal também. Só que os desenhos ruins, eles não mostram. 😅

Quando a gente acredita que só pessoas “dotadas” conseguem desenhar, isso vira um bloqueio. É um pensamento que paralisa a gente e não nos deixam nem experimentar.

Não estudamos, não aprendemos, não melhoramos, nem evoluimos em nosso desenho. Na verdade, é o medo do julgamento e da crítica que impede a gente de começar.

Você é ÚNICO e não precisa desenhar como ninguém além de você mesmo

Sabe o que é mais legal em ilustração — especialmente nos livros infantis — é que há espaço para muitos estilos. O traço naif, o mais elaborado, o minimalista, o ‘caprichado’… todos podem emocionar, encantar e contar histórias. Porque o que conta muito, em ilustração, é a sua capacidade de contar uma história e encantar o seu leitor.

Prática constante x talento escondido

Eu conheço pessoas que desenhavam bem quando criança e hoje não desenham mais nada.  E outras que começaram com dificuldades, mas praticaram com foco e determinação e hoje ilustram lindamente. A diferença está em estudar com método, se permitir errar e curtir o processo, não somente o resultado. 

Porque quando você desenha, e curte o que faz, aquilo não é mais um peso, e você dedica tempo para fazer cada detalhe bem feito.

Me diga: quem é que continua fazendo algo que só gera frustração? Se desenhar vira um fardo, a pessoa pára. Mas se o momento do desenho é leve, prazeroso ou até terapêutico, o hábito se mantém — e com ele vem a evolução do seu desenho, porque não tem como ficar pior se desenhar é algo que você faz quase todos os dias e tem prazer nisso.

Você também pode aprender — e surpreender

Se você sente vontade de ilustrar, essa vontade já é um sinal que o ‘bichinho’ da ilustração te pegou. Ele tá te chamando para um caminho criativo, cheio de descobertas. E você não precisa nascer com talento para começar. Precisa só ter vontade, curiosidade e dar um primeiro passo.

Se quiser começar com apoio e estrutura, te convido a conhecer meu curso de ilustração infantil — onde ensino do zero, com leveza, prática e propósito.

Quem começa, geralmente se surpreende com o quanto é capaz. Algumas alunas minhas dizem: eu não sabia nem desenhar boneco palito quando comecei. E até já publicaram sua ilustração. 

Concluindo, ilustrar não é um dom reservado a poucos e você também pode aprender. E você não precisa de permissão para começar — só de coragem.

Vamos lá realizar esse sonho?

Conheça meus cursos:

OFICINA DE DESENHO DE PERSONAGENS Oficina que dei ao vivo em março de 2025, onde desenhamos vários personagens do zero.

CURSO ATELIÊ ILUSTRE – Desenho, materiais, técnicas, composição, narrativa, passo a passo de ilustração para você fazer junto comigo, etc

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MÉTODO INGRIDFormação completa (Ateliê Ilustre + Be Ilustre) – com certificado emitido pela Fex Educação, credenciada no MEC

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Como Começar a Ilustrar Sem Gastar Muito

Aquarela e lápis de cor

Ilustrar não precisa ser algo caro — e muito menos um luxo reservado a quem tem prateleiras cheias de materiais importados. Se você está começando agora, com vontade de desenhar e contar histórias visuais, esse texto é para você.

1. Comece com o que tem em casa

Você não precisa de uma mesa digitalizadora nem de marcadores profissionais para dar os primeiros passos. Algumas ferramentas simples e acessíveis são mais do que suficientes para iniciar sua jornada:

Lápis e papéis

  • Lápis grafite comum (HB, 2B ou 4B já servem muito bem)
  • Alguns papéis excelentes não custam muito, tem preço bem acessível, como o papel Canson, desses tipos: 

https://amzn.to/4jQQI5p ou 

https://amzn.to/4kQSvZi (Inclusive, esse é o que uso para desenhar. Para ilustrar com tinta, eu uso outro, que vou colocar aqui na lista também)

  • Lápis de cor bom e barato. Você pode escolher tanto o permanente quanto o aquarelável. Veja as duas opções:

https://amzn.to/3FU17zl – Aquarelável

https://amzn.to/45Rtdpq – Aquarelável

https://amzn.to/45iDjzq – Permanente 

  • Tinta Aquarela boa e barata 

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Papel para aquarela bom e barato – https://amzn.to/4l2BaMG

Pincéis para Aquarela

https://amzn.to/3FLZkfH

Ou

https://amzn.to/3ZtDxjE

Tinta Acrílica boa e barata

https://amzn.to/3HzdFg7

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Pincéis para acrílico

https://amzn.to/45hqmG6

Dica prática: se fez um desenho e não gostou, reaproveite o verso. Esboçar no verso tira a pressão de acertar e te deixa mais livre para experimentar.

E às vezes, o desenho fica tão solto que fica lindo. Eu mesma tenho vários que comecei sem pressão e hoje guardo porque ficaram leves e fluidos, mesmo estando num papel não tão bonito. 

2. O desenho começa com o olhar

Não é necessário dominar anatomia nem saber “desenhar bem” logo no início. O mais importante é aprender a observar e traduzir isso para o papel. 

E não se preocupe: em ilustração, não é necessário e nem devemos desenhar igual ao real.

A ilustração serve para desenhar o que não existe, o que não é real, o que é imaginário, o que gostaríamos que fosse ou existisse, e não o realista. Para isso, existem as fotos.

Aqui vão alguns exercícios simples que você pode fazer agora mesmo:

  • Contorno cego: observe um objeto e desenhe sem olhar para o papel. Treina o olhar e a coordenação.
  • Desenho de observação: escolha objetos do seu dia a dia e desenhe com formas simples, como quadrado, círculo, triângulo e retãngulo. Você vai ver como fica bem mais fácil.
  • Desenho contínuo: desenhe sem tirar o lápis do papel. Um ótimo exercício para soltar o traço.
  • Desenho com a mão esquerda. No caso dos canhotos, aí é com a direita. E se você for ambidestro(a), aí já não sei. Que tal com as duas, revezando?

O foco não é o resultado final, mas o processo. Quanto mais você observa e desenha, mais seu traço se desenvolve.

3. Um toque de narrativa – para já começar num degrau acima 🙂

Narrar com imagens é algo que se aprende praticando. Um bom começo é pensar em uma ilustração que não tem apoio do texto para explicar. 

Pense que você vai ter que ‘contar uma história’ em um livro sem palavras. Isso ajuda MUITO a desenvolver a narrativa visual. 

Faça uma ilustração pensando em passar uma mensagem, uma ideia, uma história/narrativa. Não deixe de colocar o personagem no contexto em que ele está. Não existe filme só com personagem. Sempre tem um ambiente onde ele está inserido.

Conclusão: todo mundo foi iniciante um dia

Você não precisa ter tudo para começar. Só precisa dar o primeiro passo. Desenhar é um caminho de descoberta, e ele pode começar com um lápis simples e até um papel reaproveitado. 

Todo mundo pode aprender a desenhar, se desejar. Eu sou prova disso. Não nasci com o chamado ‘talento’ nem aptidão para o desenho. 

É nesse espaço pequeno, sem pressão, que a criatividade floresce!

Não espere ter as ferramentas ideais. Comece com o que tem. O mais importante já está com você: o desejo de criar.

E eu acredito que, só de ter vontade, você já tem metade do caminho percorrido!

Ilustrado final de semana!

Quais as vantagens de publicar uma ilustração em livro coletivo?

Há alguns anos, eu iniciei um projeto de publicação das ilustrações de meus alunos.

E hoje, com mais de 9 mil exemplares, pelo Brasil e pelo mundo, vejo que as vantagens de se publicar uma ilustração vão muito além do que se pode imaginar.

Ajuda, sim, a ter um trabalho no ‘concreto’. Você, pegar o livro nas mãos, e ver sua ilustração publicada, não tem preço. Porém, há ainda outros benefícios, não tão concretos, mas que fazem toda a diferença.

1. Emocional

  • Realização pessoal profunda: Ver sua arte publicada num livro é como transformar um sonho em algo palpável. Dá aquele orgulho que aquece o coração.
  • Confiança artística: Ter uma obra publicada valida seu trabalho, aumentando sua autoconfiança e coragem para novos projetos.
  • Pertencimento: Fazer parte de um livro coletivo cria uma sensação de comunidade, você se conecta com outros ilustradores e autores.2. Profissional
  • Portfólio profissional: Um livro publicado é um cartão de visitas poderosíssimo para atrair novas oportunidades.
  • Reconhecimento no mercado: Você passa de estudante ou amador para ilustrador publicado — isso muda como clientes e editoras te enxergam.
  • Experiência real: Você vive o processo completo de publicação, do briefing até a impressão.

3. De carreira

  • Abertura de portas: Facilita conseguir novos trabalhos remunerados, parcerias ou até convites para projetos maiores.
  • Valorização do seu trabalho: Profissionais publicados tendem a ter mais autoridade e poder de precificação no mercado.
  • Investimento que se paga: O projeto que começa como realização pessoal se torna ativo profissional.

4. Criativo

  • Visibilidade para sua arte: Seu estilo alcança novos públicos e pode encantar leitores que você talvez nunca teria alcançado sozinho.
  • Estímulo à evolução: Trabalhar para um livro publicado exige desafios que fazem você crescer artisticamente.
  • Feedback real: Ter sua arte circulando gera retorno autêntico das pessoas.

5. Social

  • Impacto positivo: Sua ilustração inspira crianças e leitores, cria memórias afetivas e marca histórias de vida.
  • Construção de legado: Seu trabalho passa a fazer parte da cultura, permanece nas mãos das pessoas, atravessa gerações.
  • Orgulho compartilhado: É emocionante poder mostrar para família e amigos: “Olha, minha lustração publicada!”6. Psicológico
  • Superação de bloqueios: Atravessar o medo da exposição e ver sua arte publicada é libertador.
  • Quebra da procrastinação: Ter um prazo e um objetivo concreto ajuda a focar e sair da estagnação.
  • Liberação criativa: Depois de publicar, você se sente mais livre para explorar novos caminhos.

Algo importante a se considerar é esse efeito psicológico que vai ter na sua própria confiança: Você muda a mentalidade.

Muda de “Eu queria” para “Eu consegui“.

E realizações são a cereja do bolo em nossas vidas. Pense nisso. Qual foi a última vez que você realizou algo de impacto em sua vida?

Por isso, te convido a participar do 10o livro ilustrado dos alunos da Vivência do Ilustrador:

Ilustrado final de semana!

Sua Ilustração Publicada?

Há 5 anos eu comecei um projeto inovador: ajudar meus alunos a publicarem uma ilustração.

Isso aconteceu porque eu via que, sem um objetivo, sem uma data final, eles assistiam as aulas mas não aplicavam o que estavam aprendendo.

E também porque uma ilustração publicada tem muitos benefícios:

1. Emocional

  • Realização pessoal profunda: Ver sua arte publicada num livro é como transformar um sonho em algo palpável. Dá aquele orgulho que aquece o coração.
  • Confiança artística: Ter uma obra publicada valida seu trabalho, aumentando sua autoconfiança e coragem para novos projetos.
  • Pertencimento: Fazer parte de um livro coletivo cria uma sensação de comunidade, você se conecta com outros ilustradores e autores.

2. Profissional

  • Portfólio profissional: Um livro publicado é um cartão de visitas poderosíssimo para atrair novas oportunidades.
  • Reconhecimento no mercado: Você passa de estudante ou amador para ilustrador publicado — isso muda como clientes e editoras te enxergam.
  • Experiência real: Você vive o processo completo de publicação, do briefing até a impressão.

3. Financeiro / de carreira

  • Abertura de portas: Facilita conseguir novos trabalhos remunerados, parcerias ou até convites para projetos maiores.
  • Valorização do seu trabalho: Profissionais publicados tendem a ter mais autoridade e poder de precificação no mercado.
  • Investimento que se paga: O projeto que começa como realização pessoal se torna ativo profissional.

4. Criativo

  • Visibilidade para sua arte: Seu estilo alcança novos públicos e pode encantar leitores que você talvez nunca teria alcançado sozinho.
  • Estímulo à evolução: Trabalhar para um livro publicado exige desafios que fazem você crescer artisticamente.
  • Feedback real: Ter sua arte circulando gera retorno autêntico das pessoas.

5. Social

  • Impacto positivo: Sua ilustração inspira crianças e leitores, cria memórias afetivas e marca histórias de vida.
  • Construção de legado: Seu trabalho passa a fazer parte da cultura, permanece nas mãos das pessoas, atravessa gerações.
  • Orgulho compartilhado: É emocionante poder mostrar para família e amigos: “Olha, meu desenho está publicado!”

6. Psicológico

  • Superação de bloqueios: Atravessar o medo da exposição e ver sua arte publicada é libertador.
  • Quebra da procrastinação: Ter um prazo e um objetivo concreto ajuda a focar e sair da estagnação.
  • Liberação criativa: Depois de publicar, você se sente mais livre para explorar novos caminhos.

Parece algo simples, publicar uma só ilustração. Mas faz muita diferença ver o seu trabalho nas páginas de um livro profissional.

E, por esse motivo, convido você a participar do último livro dessa série, que chamos de ‘Livros Ilustres’. Será o décimo!

Depois disso, vou reservar um tempo para me dedicar a meus projetos pessoais. Então, aproveite, pois essa oportunidade pode, de fato, ser a última. 🙂

INSCRIÇÕES ATÉ DIA 27/04/25

Clique aqui para saber mais: https://www.atelieilustre.com.br/viv%C3%AAncia-do-ilustrador-ingrid-osternack

Não deixe seu sonho na gaveta

Já imaginou que a sua ilustração pode ser o que vai ensinar a uma criança sobre coragem diante dos desafios? Ou sobre a importância da honestidade, da amizade verdadeira, da empatia e até da gratidão?

Nosso próximo Livro Coletivo vai além de contar uma história bonita.

Ele carrega um propósito: ajudar as crianças a desenvolverem habilidades e valores que vão acompanhar por toda a vida — como cooperação, respeito aos mais velhos, pensamento crítico, coragem para errar e recomeçar, frustração, etc…

Cada página será uma oportunidade de plantar essas sementes.

Mas aqui vai um alerta importante: as vagas são limitadas. E já estou com 20 ilustradores inscritos, lembrando que um livro infantil não tem muitas páginas.

Estou abrindo as inscrições do nosso décimo livro, e não quero que você perca a chance de fazer parte deste projeto que pode transformar o caminho de muitas crianças — e o seu também.

Ao participar do décimo livro, você recebe:

  • Uma publicação real – publicada num livro impresso – para enriquecer seu portfólio
  • Experiência prática e concreta do processo
  • A chance de se destacar com sua arte no mundo editorial
  • Reconhecimento em um projeto coletivo e transformador
  • E, talvez o mais importante: a realização de ver sua arte impactando vidas.

Mesmo que você não se sinta um(a) ilustrador(a) ainda, a sua ilustração tem o poder de contar histórias que palavras sozinhas não conseguem.

Este é o tipo de projeto que não acontece todo dia — e deixar passar pode significar adiar um sonho.

Assista abaixo o que é a Vivência do Ilustrador e aproveite para fazer sua inscrição no link abaixo.


Quero garantir minha vaga no Livro Ilustrado!

Não deixe para depois. Realize o seu sonho de publicar em poucos meses. Os leitores agradecem! 🙂